Postado por [email protected] em 04/mar/2026 - Sem Comentários
A cidade de Rio Branco do Sul está passando por uma transformação histórica na área de saneamento básico. O município não contava com rede de esgoto até 2025 e deve alcançar 90% de cobertura até 2033. A meta e o cronograma foram anunciados na última quinta-feira (26) pela Ambiental Paraná, empresa do grupo Aegea Saneamento, referência do setor privado de saneamento no país, em parceria com a Sanepar, maior companhia pública do setor no Brasil.
As obras serão realizadas em duas etapas. Na primeira fase, o índice de cobertura chegará a 70% até 2030. Na segunda e última etapa, alcançará a meta de 90% de em 2033.
Para atingir esse percentual, serão implantados mais de 66 quilômetros de nova rede coletora, além de outros componentes essenciais para o funcionamento do sistema, como:
• Mais de quatro quilômetros de linha de coletores tronco/interceptor (tubulação que recebe o esgoto de redes menores e auxilia no direcionamento para a estação de tratamento);
• Quase 3 quilômetros de linha de recalque, que é uma tubulação pressurizada que transporta esgoto de um ponto mais baixo para um local mais alto, utilizando bombas;
• Nove estações elevatórias de esgoto (sistema que impulsiona o resíduo para as Estações de Tratamento, superando os desníveis no terreno); e
• Ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da cidade, aumentando a capacidade de vasão de 20 para 60 litros de por segundo.
As obras integram o plano de investimentos de aproximadamente R$ 2 bilhões que a Ambiental Paraná realizará nos próximos anos na gestão do esgotamento sanitário de 52 municípios do Paraná. Desde janeiro de 2024, a companhia opera os serviços de coleta e tratamento de esgoto em 16 municípios da região Centro-Litoral do estado, incluindo Rio Branco do Sul, e, desde 2025, em outras 36 cidades paranaenses.
O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, ressalta que a Sanepar foi pioneira e inovou ao fazer parceria-público privada a fim de universalizar o saneamento no estado. “A Sanepar já universalizou o acesso à água tratada, atendendo 100% da população nos 344 municípios em que atua no Paraná. E, com esta parceria, certamente vai fazer do Estado, o primeiro a universalizar o acesso ao esgotamento sanitário,” ressalta.
Para Priscila Marchini Brunetta, diretora-presidente da Ambiental Paraná, a recente ampliação representa um avanço estrutural importante para o município. “Rio Branco do Sul vive um momento histórico de transformação na área de saneamento. A implantação da rede, iniciada no ano passado, e a ampliação prevista até 2033 são passos decisivos para melhorar a saúde pública, preservar o meio ambiente e impulsionar o desenvolvimento da cidade. Nosso compromisso é executar as obras com responsabilidade e contar com o engajamento da população para realizar as ligações à rede, garantindo que esse investimento se traduza em qualidade de vida para todos”, afirma.
Além da infraestrutura, a Ambiental Paraná promoverá na cidade nas duas ações sociais e programas de educação ambiental como o De Olho no Óleo, que ensina a transformar óleo de cozinha usado em sabão, oferecendo oportunidade de renda extra; e Curso de Preparação de Encanadores, que capacita moradores para realizar interligações de ramais prediais e atuar em pequenos negócios da área.
Também serão realizadas ações ambientais, como o Porta a Porta, com visitas domiciliares para sensibilização dos moradores sobre a importância em realizar a conexão à rede coletora de esgoto.
Outro destaque é o curso para formação de agentes socioambientais, com foco em capacitar facilitadores comunitários como multiplicadores de informações sobre saúde, meio ambiente e desenvolvimento sustentável. Essas iniciativas têm o objetivo de informar a comunidade sobre as oportunidades de crescimento que o saneamento básico proporciona à região, com impactos na qualidade de vida, a partir da redução dos gastos com saúde e a melhora no rendimento escolar, além da valorização imobiliária e da expansão econômica.
A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, = Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 03/mar/2026 - Sem Comentários
Iniciativa faz parte do conjunto de investimentos em saneamento no município e deve percorrer diversas vias nas próximas semanas
Guaratuba recebe um teste de fumaça, conhecido como Fumacê, para avaliar e identificar possíveis falhas na rede de esgoto do município. A ação teve início nesta segunda-feira, 2 de março, no Balneário Coroados. Neste primeiro momento, as equipes da Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão do esgoto da cidade, em parceria com a Sanepar, começaram os trabalhos em algumas vias do Balneário. Ao longo das próximas semanas, o teste será ampliado gradualmente até contemplar 16 ruas e avenidas da região.
O objetivo é identificar ligações irregulares, vazamentos e possíveis danos na tubulação. O vapor utilizado no procedimento não é inflamável, não é tóxico, não deixa resíduos e não oferece risco à saúde da população.
O procedimento consiste na inserção de fumaça na rede coletora por meio de um equipamento que vaporiza fluido à base de óleo mineral ou glicerina. Em condições normais, a fumaça permanece dentro da tubulação. Caso saia pelo bueiro, tecnicamente conhecido como PV, pode indicar irregularidades na ligação ou problemas estruturais na rede. Quando isso ocorre, as equipes técnicas orientam os moradores sobre as providências necessárias para regularização.
“Quando identificamos uma ligação irregular ou um vazamento, conseguimos orientar o morador e evitar problemas maiores, como extravasamentos e sobrecarga do sistema. É uma ação simples, segura e que traz benefícios diretos para a cidade. A rede de esgoto com seu pleno funcionamento traz benefícios para a saúde, educação, balneabilidade da praia de Coroados e desenvolvimento de Guaratuba”, afirma Gustavo Silva, Coordenador de Serviços da Ambiental Paraná.
Av. Capanema
Av. Minas Gerais
Av. Pato Branco
Av. Guanabara
Av. Rio Negro
Av. Cornélio Procópio
Av. Bela Vista do Paraíso
Av. Alvorada do Sul
Rua Santa Catarina
Rua São Mateus
Rua São José da Boa Vista
Rua Foz do Iguaçu
Rua Paranavaí
Rua Maurício Fruet
Rua Califórnia
Rua Formosa do Oeste
A ação ganha relevância diante do cenário do saneamento no Brasil. Segundo a PNAD Contínua 2024, mais de 70% dos domicílios brasileiros têm rede de esgoto disponível, mas cerca de 30% ainda não estão ligados ao sistema coletor — o que representa mais de 22 milhões de imóveis. A falta de conexão adequada pode gerar riscos de vazamentos, extravasamentos e contaminação ambiental.
Além disso, estudo divulgado pelo Instituto Trata Brasil no mês de fevereiro aponta que apenas 51,8% do esgoto produzido no país é efetivamente tratado. Diferente do cenário nacional, no Paraná, 100% do esgoto coletado é tratado em todas as 345 cidades onde o saneamento é gerenciado pela Sanepar.
A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 26/fev/2026 - Sem Comentários
A ação, promovida pela Ambiental Paraná, em parceria com a Sanepar, acontece a partir de segunda-feira (02), nas ruas do balneário Coroados, com o objetivo de detectar possíveis ligações irregulares, vazamentos ou danos da tubulação.
A partir desta segunda-feira (2), o Balneário Coroados, em Guaratuba, receberá duas equipes técnicas da Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão do sistema de esgoto da cidade, que atua em parceria Público-Privada com a Sanepar, para a realização do teste de fumaça na rede coletora. A ação tem como objetivo identificar possíveis ligações irregulares, vazamentos ou danos na tubulação.
Os trabalhos terão início simultaneamente na Av. Minas Gerais e na Av. Maurício Fruet. A partir desses primeiros pontos, o teste será realizado gradualmente em outras vias do Balneário, ao longo das próximas semanas, até contemplar 16 ruas e avenidas da região: Av. Capanema, Av. Pato Branco, Av. Guanabara, Av. Rio Negro, Av. Cornélio Procópio, Av. Bela Vista do Paraíso, Av. Alvorada do Sul, Rua Santa Catarina, Rua São Mateus, Rua São José da Boa Vista, Rua Foz do Iguaçu, Rua Paranavaí, Rua Maurício Fruet, Rua Califórnia e Rua Formosa do Oeste.
O teste consiste na inserção de fumaça na rede coletora por meio de um equipamento que vaporiza fluido à base de óleo mineral ou glicerina. Em condições normais, a fumaça permanece dentro da tubulação. Em condições adversas, ela sai pelo bueiro, indicando irregularidades na ligação ou possíveis danos na rede. Neste caso, a empresa bate de porta em porta dos moradores para orientar a sanar o problema da melhor forma.
O vapor utilizado não é inflamável, não é tóxico, não deixa resíduos e não oferece risco à saúde e ao meio ambiente. Os moradores das regiões são avisados com antecedência, para que a população não se assuste caso a fumaça venha a sair dentro do imóvel, especialmente por ralos de banheiro e de lavanderia, ou no terreno, em caixas de gordura.
Os trabalhadores da Ambiental Paraná e Sanepar estão sempre identificados e possuem capacitação para os serviços. Para solicitar mais informações, você pode entrar em contato com a Sanepar pelo telefone 0800 200 0115.
Postado por [email protected] em 11/fev/2026 - Sem Comentários
A cidade de Rio Negro está recebendo obras para ampliar a rede de esgoto. Ao todo, são mais de 1,7 quilômetro de rede coletora em implantação, beneficiando mais de 70 residências e comércios. As obras seguem até o fim deste mês e, na sequência, será construída uma estação elevatória, responsável por bombear o esgoto para áreas mais altas, superando desníveis do terreno.
Os trabalhos já começaram na Rua Fausto Pereira e, posteriormente, avançam para as ruas Professora Zaide F. Malutta, Henrique Stalke, Leonidas Madeira, Felipe Jorge, Ingrácio José Corrêa, Adolfo Martins e Alfredo Lourenço. As obras em Rio Negro são executadas pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão do esgotamento sanitário da cidade e de outros 51 municípios paranaenses, por meio da Parceria Público-Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).
Postado por [email protected] em 10/fev/2026 - Sem Comentários
Palmital está recebendo obras de ampliação da rede de esgoto. Ao todo, serão mais de 650 metros de nova tubulação, beneficiando cerca de 25 residências do município. Neste momento, os trabalhos acontecem na Rua Bento Munhoz da Rocha e, na sequência, seguem para as ruas Presidente Getúlio Vargas, Parigot de Souza e Presidente Juscelino Kubitschek. As obras em Palmital estão sendo executadas pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão do esgotamento sanitário da cidade e de outros 51 municípios paranaenses, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).
Postado por [email protected] em 09/fev/2026 - Sem Comentários
Descarte incorreto de resíduos comuns da folia pode causar extravasamentos de esgoto e prejudicar a balneabilidade das praias
O Carnaval está chegando e o litoral do Paraná voltará a receber um grande fluxo de turistas e foliões, especialmente jovens que aproveitam os dias de festa com bloquinhos e banhos de mar. Com a programação, também aumentam os riscos de problemas na rede de esgoto, que podem resultar em entupimentos, extravasamentos e impacto direto na qualidade da água do mar.
O descarte incorreto de resíduos em vasos sanitários, ralos e pias está entre as principais causas de transtornos registrados nesta época. Quando a rede de esgoto é sobrecarregada, o esgoto pode extravasar em vias públicas durante o próprio bloquinho ou retornar pelos ralos de casas e comércios. Além do transtorno, esse material pode ir para o mar, tornando as praias impróprias para banho.
Segundo Gustavo dos Reis Gomes, coordenador de Eletromecânica da Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão do saneamento em Guaratuba, Morretes e outras 50 cidades do estado, por meio de Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), o Carnaval exige atenção redobrada. “O aumento no número de pessoas impacta diretamente a rede de esgoto. Quando resíduos sólidos são descartados de forma incorreta, o sistema não consegue absorver essa carga e os problemas aparecem rapidamente”, explica.

Entre os materiais mais encontrados nas tubulações durante o período de verão e Carnaval estão:
Glitter – Muito comum nos bloquinhos, o glitter é feito de plástico e não é biodegradável. Ao ser retirado no banho, acaba escorrendo pelo ralo e segue para a rede de esgoto. Por ser extremamente pequeno, não é totalmente retido no tratamento e pode chegar a rios e ao mar, contribuindo para a poluição da água. O recomendando é o uso de glitter biodegradável, encontrado com facilidade em lojas do segmento.
Preservativos – Esses materiais não se desfazem na água. Ao chegar nas tubulações, se acumulam junto com cabelos e outras fibras, paralisando o sistema de bombeamento. O descarte correto é na lixeira.
Areia – Entra na rede principalmente após banhos e limpeza de áreas externas. Dentro do sistema, provoca desgaste e reduz a eficiência do bombeamento do esgoto para a estação de tratamento, aumentando o risco de falhas. Uma das soluções é retirar o excesso de areia nos chuveiros de praia, onde o material fica na natureza.
Adereços e plásticos rígidos – Pedaços de fantasias, embalagens e fragmentos de plástico podem entrar na rede e parar nos sistemas de bombeamento, o que causam obstrução e queima dos equipamentos, favorecendo refluxos e extravasamentos. O descarte correto é na lixeira.
“O problema não fica restrito à rede. O extravasamento de esgoto representa risco à saúde pública e pode comprometer a qualidade da água do mar, interferindo no uso das praias durante o feriado”, alerta Gomes.
A orientação é simples: a rede de esgoto foi projetada para receber apenas esgoto doméstico. Resíduos sólidos, areia, gordura, água da chuva e itens utilizados durante o Carnaval devem ser descartados corretamente no lixo adequado. “Preservar e manter o bom funcionamento da rede é uma responsabilidade de todos, moradores e turistas”, completa Gomes.
Pequenas atitudes individuais ajudam a evitar transtornos coletivos e contribuem para que o litoral do Paraná continue sendo um destino seguro e agradável.
Sobre Ambiental Paraná
A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 28/jan/2026 - Sem Comentários
Descarte incorreto de resíduos em vasos sanitários, ralos ou pias está entre as principais causas de problemas no saneamento. Veja lista dos erros mais comuns
Na semana em que se celebra o Dia da Educação Ambiental, a atenção se volta para atitudes simples do dia a dia que têm impacto direto no meio ambiente e no funcionamento dos serviços de saneamento. Hábitos comuns dentro de casa podem causar entupimentos, extravasamentos e sobrecarga da rede de esgoto.
Para prevenir esse tipo de problema e evitar danos ao saneamento básico, o biólogo Cleverson França, responsável pela área socioambiental da Ambiental Paraná, empresa gestora do saneamento em 52 cidades do Paraná, destaca os erros mais frequentes relacionados ao descarte inadequado de resíduos.
Resíduos que não podem ser descartados em vasos sanitários, ralos ou pias:
1. Óleo de cozinha – Apenas um litro de óleo é capaz de contaminar até 25 mil litros de água. Como não se dissolve, o óleo se acumula nas tubulações, dificulta o tratamento do esgoto e pode provocar entupimentos. Recomenda-se o armazenamento em garrafas PET para levar até um ponto de coleta que encaminha para a reciclagem do material.
2. Água da chuva – A água da chuva e o esgoto doméstico nunca devem ser misturados. A água da chuva deve ser canalizada para a galeria de água pluvial. Quando os moradores fazem ligações irregulares, ou seja, direcionam a água da chuva para a rede de esgoto, aumenta o volume dentro da rede, o que provoca extravasamentos e refluxo do esgoto para dentro dos imóveis.
3. Absorventes, fraldas e papel higiênico – Esses materiais não se dissolvem com facilidade e podem bloquear a passagem do esgoto. O descarte no vaso sanitário é uma das principais causas de entupimento nas redes coletoras. Estes materiais precisam ir para o lixo comum.
4. Hastes flexíveis – Apesar do tamanho pequeno, esses itens se acumulam ao longo da tubulação e contribuem para bloqueios no sistema de esgoto. O local certo para o descarte também é o lixo comum, nunca o vaso sanitário.
5. Fio dental – O fio dental, muitas vezes utilizado durante o banho, não pode ir para o ralo, pois não se dissolve na água e funciona como uma espécie de “rede” dentro da tubulação, retendo outros resíduos e formando grandes obstruções ao longo do tempo. A destinação correta é o lixo comum.
6. Cabelos – O acúmulo de fios em ralos e sifões compromete a passagem do esgoto. Com o tempo, os cabelos se entrelaçam, formando barreiras que dificultam o escoamento e favorecem entupimentos. O descarte também deve ser feito no lixo comum.
7. Bitucas de cigarro e embalagens plásticas – Esses resíduos são frequentemente descartados de forma incorreta e acabam chegando à rede de esgoto, contribuindo para o mau funcionamento do sistema e para a poluição ambiental. Jogue as bitucas no lixo comum e as embalagens plásticas junto aos resíduos recicláveis.
Segundo Cleverson, muitos dos problemas registrados na rede de esgoto têm origem nas residências. “Grande parte dos entupimentos e extravasamentos ocorre em razão do descarte inadequado de resíduos que parecem inofensivos. A educação ambiental passa por entender que a rede de esgoto foi projetada para receber apenas o esgoto doméstico, e não lixo ou água da chuva. Trata-se de uma responsabilidade compartilhada, em que a colaboração e a conscientização da população são fundamentais para garantir a eficiência do sistema e evitar impactos ao meio ambiente”, afirma.
Postado por [email protected] em 22/dez/2025 - Sem Comentários
Os sistemas de esgotamento sanitário de Guaratuba e Morretes estão recebendo um reforço operacional para atender o aumento da demanda durante a temporada de verão 2025/2026. As ações incluem ampliação da equipe, aquisição de novos equipamentos, reforço na capacidade elétrica, limpeza preventiva da rede e implantação de novos sistemas de segurança operacional.
Entre as principais medidas está a chegada de novos equipamentos, como bombas, geradores, transformadores — para operação e reserva — e um caminhão hidrojato extra, utilizado na limpeza, desobstrução e manutenção das redes de esgoto.
Na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Guaratuba, o efetivo foi ampliado com operadores noturnos e outros profissionais que irão atuar de forma móvel, conforme a demanda. Também foi formada equipes exclusivas para operar o caminhão hidrojato durante o dia e a noite.
Todo o reforço permanecerá no litoral até o fim da temporada, em 20 de março de 2026. “Estamos preparados para garantir a prestação de serviços de esgotamento sanitário durante a alta temporada, contribuindo para a tranquilidade de moradores e turistas durante o verão”, afirma Guilherme Freccia Silvestrin, Gerente Executivo de Operações da Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão do esgoto de Guaratuba, Morretes e outros 50 municípios do estado, em Parceria Público-Privada com a Sanepar.
Até o momento, já foram adquiridas e instaladas bombas capazes de levar o esgoto para a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), além de geradores e um transformador reserva, garantindo o funcionamento das estações mesmo em situações de pico ou falta de energia.
Também foram realizadas melhorias na infraestrutura elétrica, com aumento de carga combinada junto à Copel. A estação de tratamento de Guaratuba também ganhará novos equipamentos que melhoram o processo de tratamento do lodo, suprindo o aumento de demanda.
Entre as próximas ações previstas estão a limpeza e manutenção das redes de esgoto de Guaratuba e Morretes, além da instalação de um novo sistema de gradeamento, que aumenta a segurança e a eficiência do funcionamento do sistema nos dois municípios.
Atualmente, o sistema de esgotamento sanitário de Guaratuba conta com uma estação de tratamento, 17 estações elevatórias, 329 quilômetros de rede e mais de 21 mil ligações ativas. Já em Morretes, o sistema é composto por uma estação de tratamento, seis estações elevatórias, 58 quilômetros de rede e mais de 3 mil ligações ativas.
A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 18/dez/2025 - Sem Comentários
As cidades atendidas ficam na região Centro-Leste e fazem parte do Lote 2 da Ambiental Paraná, empresa que opera a rede de esgoto em parceria com a Sanepar
De maio a novembro, 2,14 bilhões de litros de esgoto foram tratados em 13 cidades da região Centro-Leste do Paraná. O volume corresponde a 857 piscinas olímpicas, 214 mil caminhões-pipa ou 2,1 milhões de caixas d’água de mil litros, quantidade suficiente para abastecer uma cidade de 500 mil habitantes durante um mês.
Essa gestão foi realizada pela Ambiental Paraná, responsável pelo sistema de esgoto de 52 municípios no estado, em Parceria Público-Privada com a Sanepar. As cidades do Lote 2, na região Centro-Leste, atendem cerca de 200 mil pessoas. Entre os municípios com maior população estão Pitanga (34 mil habitantes), Pinhão (30 mil) e Ibaiti (29 mil).
No mesmo período, a empresa executou mais de 5 mil ordens de serviço, incluindo manutenções, desobstruções, novas ligações, vistorias, levantamentos, topografia, Sistema de Atendimento e Registro (SAR), ações preventivas, Vistoria Técnica Operacional (VTO) e sondagens. Em eletromecânica, foram mais de 1.200 ordens, entre serviços preventivos, preditivos e corretivos.
Para Nicole Fernandes da Silva, Gerente de Operações da Ambiental Paraná, a gestão antecipada acelerou o desenvolvimento do saneamento básico nestas cidades. “Tínhamos o compromisso contratual de assumir a gestão completa em 6 meses de operação assistida, mas solicitamos a antecipação desse prazo e iniciamos a operação com 120 dias. Temos know-how para iniciar o trabalho antes do previsto e implementar as melhorias que consideramos necessárias, sempre buscando o desenvolvimento das cidades atendidas, com investimento e experiência”, afirma.

Entre agosto e outubro, aproximadamente 200 metros de rede coletora e emissários foram substituídos em três cidades. Também foram realizadas mais de 60 melhorias nas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), incluindo instalação de novas comportas, bombas de decantação, reatores, além de revitalizações estruturais como portas, janelas, pintura e sinalização. No período, foram adquiridas 26 bombas, dois sopradores de ar de canal e 13 inversores de frequência, visando melhoria e segurança operacional.
Para os próximos meses, a Ambiental Paraná prevê ações para redução de obstruções, com uso de mapas de calor, implantação de telemetria em estações elevatórias e de tratamento, substituição de bombas obsoletas para ampliar a eficiência energética e melhorias de iluminação nas unidades. Também está prevista a continuidade nas instalação de bombas dosadoras e a realização de testes em bancada para otimizar a eficiência das ETEs.
Sobre Ambiental Paraná
A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 17/dez/2025 - Sem Comentários
A cidade de Bocaiúva do Sul (PR) está recebendo obras de ampliação da rede de esgoto, que somarão mais de 3 quilômetros de novas tubulações e beneficiarão mais de 200 residências e comércios. As obras começaram no início de dezembro nos bairros Jardim Torre I, Boqueirão e Jardim Lucy. O projeto também inclui a construção de três estações elevatórias, responsáveis por transportar o esgoto bruto até a Estação de Tratamento do município, e mais de 1 quilômetro de linha de recalque, que leva o esgoto de áreas mais baixas para locais mais altos. Serão feitas entregas gradativas, com conclusão prevista para abril de 2026.
As obras são realizadas pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão de esgoto de Bocaiúva do Sul e de outras 51 cidades do Estado, em Parceria Público-Privada com a Sanepar. O primeiro trecho que recebeu as intervenções foi a Estrada João Evangelista Passos, no Jardim Torre I. Em seguida, as equipes avançaram pelas ruas Santos e Torre. No bairro Boqueirão, as obras ocorrem nas ruas Orlando Ubaldino Caron, Pedro Souza de Silva e Angelo José Costa. No bairro Jardim Lucy, a rede está sendo instalada nas ruas Hélio Bassetti, Jorge Costa Bassetti, Carlos Alberto Ribeiro e Anízio Luz.
“Este é um passo muito importante para o desenvolvimento da cidade. Porém, também contamos com a colaboração dos moradores e comerciantes para realizarem a ligação de suas propriedades à rede de esgoto quando a obra for concluída. Para ajudar, vamos promover ações locais explicando todos os passos. Importante lembrar que a ligação não tem custo e traz melhorias em diversos aspectos, como saúde, educação e valorização imobiliária”, afirma Priscila Marchini, diretora-presidente da Ambiental Paraná.
As obras integram um investimento de aproximadamente R$ 2 bilhões que a Ambiental Paraná fará nos próximos anos para ampliar e modernizar o sistema de esgotamento sanitário em 52 municípios do estado.
A coleta e o tratamento de esgoto beneficiam diversos setores da sociedade. Segundo dados do Instituto Trata Brasil, entre 2005 e 2022, no Paraná, a cobertura de coleta de esgoto subiu de 40,2% para mais de 75%. No mesmo período, houve redução de cerca de 41% na incidência de doenças de veiculação hídrica e respiratórias.
Além disso, dados mostram que pessoas que vivem em domicílios com coleta de esgoto ganham, em média, 34% mais do que aquelas sem acesso ao serviço.
Com o crescimento do saneamento básico, o estudo estima que entre 2023 e 2040, o Paraná economizará mais de R$ 1 bilhão com a redução de doenças. Os proprietários de imóveis devem ter ganhos anuais estimados em R$ 126,4milhões com a valorização imobiliária, enquanto o setor do turismo pode alcançar aproximadamente R$ 4,5 bilhões de renda em valor presente.
Ao longo desse período (2023-2040), os benefícios trazidos pelo saneamento básico devem alcançar R$ 82,5 bilhões, sendo R$ 48,3 bilhões de benefícios diretos (renda gerada pelo investimento e pelas atividades de saneamento) e impostos de R$ 34,1 bilhões devido à redução de perdas associadas às externalidades. Os custos sociais no período devem somar R$ 34,9 bilhões aproximadamente. Essa relação indica que a cada R$ 1,00 investido em saneamento, o estado do Paraná deve ter ganhos sociais de R$ 3,16.
A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.