Postado por [email protected] em 22/jun/2026 - Sem Comentários
Na última quinta-feira (18), alunos do 5º ano da Escola Municipal do Campo Sagrada Família em Pitanga, participaram de uma ação de educação ambiental com o plantio de 10 mudas de espécies nativas do Paraná. Entre as árvores plantadas estão a própria pitanga e a jabuticaba, ambas espécies tradicionais do Estado.
A iniciativa foi promovida pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão do esgoto em Pitanga e outras 51 cidades do Estado, em Parceria Público-Privada com a Sanepar. A proposta foi proporcionar aos estudantes uma experiência prática sobre preservação ambiental e a importância da vegetação para a proteção dos recursos hídricos.
As árvores exercem papel importante na infiltração da água da chuva, ajudam a reduzir processos erosivos, contribuem para a recarga dos lençóis freáticos e auxiliam na proteção de rios e nascentes.
“Realizar esse plantio em uma escola é significativo porque permite que os alunos acompanhem o crescimento das árvores e compreendam, na prática, a importância da preservação ambiental. Cada muda plantada hoje representa um investimento no futuro, promovendo mais biodiversidade, qualidade ambiental e conscientização. Esperamos que essa ação inspire os estudantes e toda a comunidade a se tornarem agentes de transformação”, afirma Angelica Lara Pereira da Silva, responsável pelo setor de Meio Ambiente da Ambiental Paraná.

A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Tijucas do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 18/jun/2026 - Sem Comentários
Mais de 20 crianças e adolescentes de Tijucas do Sul participaram do plantio de mudas frutíferas, dentro da comemoração ao mês do meio ambiente, nesta quarta-feira (17). Entre as espécies plantadas estão pitanga, ingá-macaco, araçá, guabiroba e cerejeira-do-mato, árvores que fazem parte da Mata Atlântica, bioma presente na região.
A ação de educação ambiental faz parte do calendário educativo do Núcleo CEIA – Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, em Tijucas do Sul, município conhecido pelas suas riquezas naturais. A atividade foi realizada com educandos dos períodos da manhã e da tarde, em uma experiência prática de conscientização e cuidado com o meio ambiente.
“A educação ambiental é extremamente importante, ainda mais com crianças e adolescentes de Tijucas do Sul, uma cidade com inúmeras riquezas naturais, riachos, mananciais e cachoeiras. Com a chegada do esgotamento sanitário na cidade, ações como essa reforçam o cuidado que devemos ter com o meio ambiente em diferentes frentes, garantindo a preservação dos recursos hídricos e o bom funcionamento da rede de esgoto. São ensinamentos que permanecem por toda a vida e podem gerar impactos positivos para a cidade por gerações”, afirma Angelica Lara Pereira da Silva, responsável pelo setor de Meio Ambiente da Ambiental Paraná.
A empresa é responsável pela gestão do esgoto em Tijucas do Sul e outras 51 cidades do Estado, em Parceria Público-Privada com a Sanepar. Mais do que o plantio, a proposta foi estimular a reflexão sobre a importância da preservação ambiental e da proteção dos recursos hídricos na cadeia de sustentabilidade.
O Paraná possui cerca de 5,8 milhões de hectares de florestas naturais, o que representa aproximadamente 29% do território paranaense. As árvores exercem papel fundamental na preservação do meio ambiente, pois suas raízes evitam a erosão dos solos, filtram os poluentes, contribuem para a recarga dos lençóis freáticos e auxiliam na proteção de rios e nascentes.

A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Tijucas do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 15/jun/2026 - Sem Comentários
As obras de implantação da rede de esgoto em Tijucas do Sul avançam para uma nova fase. Com os primeiros 17 quilômetros de tubulação já instalados, o município alcançou cerca de 60% da primeira etapa do projeto, que levará rede coletora de esgoto pela primeira vez na história para a cidade. Em junho, as obras seguem para o Centro e Vilas Cubas.
Com a conclusão dos nove quilômetros restantes, prevista para setembro, Tijucas do Sul alcançará 40% de cobertura de rede de esgoto, permitindo que mais de 1.500 famílias e comércios se conectem ao sistema. A meta é atingir 90% de cobertura até 2033.
Nestes próximos bairros, a implementação exigirá maior complexidade operacional devido à profundidade das escavações, razão pela qual é necessário manter atenção redobrada à sinalização do local das obras. Em paralelo ao avanço da rede, a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) já está na fase das fundações e a construção das Estações Elevatórias de Esgoto tem previsão de início na segunda quinzena de junho.
As obras são realizadas pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão de esgoto de Tijucas e outras 51 cidades paranaenses, em parceria com a Sanepar.
“Grande parte desta obra está sendo executada por meio do Método Não Destrutivo (MND), que reduz impactos urbanos. Porém, em alguns trechos encontramos solos mais firmes e presença de rochas, o que exige escavações convencionais. Nos pontos mais profundos, essa possibilidade aumenta, e por isso teremos operações mais complexas e cuidados redobrados”, afirma Daline da Silva Mendes, supervisora de Engenharia da Ambiental Paraná.
A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Tijucas do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, = Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 15/jun/2026 - Sem Comentários
Investimentos da Sanepar em parceria com a Ambiental Paraná incluem implantação de redes coletoras, estações elevatórias e novas Estações de Tratamento de Esgoto nos dois municípios
As cidades de Sabáudia e Santa Amélia, localizadas no Norte do Paraná, receberão investimentos para a ampliação dos sistemas de esgotamento sanitário, alcançando 90% de cobertura até 2033. Ao todo, serão implantados mais de 76 quilômetros de rede coletora em Sabáudia e 23 quilômetros em Santa Amélia. Além das redes, também serão construídas estruturas essenciais para o funcionamento completo dos sistemas, como estações elevatórias, linhas de recalque e estações de tratamento de esgoto.
As obras serão executadas pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão do esgotamento sanitário das duas cidades e de outros 50 municípios paranaenses, em parceria com a Sanepar. Os investimentos fazem parte do plano de aproximadamente R$ 2 bilhões que será aplicado nos 52 municípios atendidos.
Sabáudia – As obras acontecerão em duas etapas. Na primeira, a cidade alcançará 70% de cobertura até 2027. Na segunda, alcançará a meta de 90% até 2033. O projeto contempla cerca de 76 quilômetros de rede coletora, que vão beneficiar mais de três mil famílias e comércios.
Para garantir o funcionamento completo do sistema, também serão implementadas quatro estações elevatórias de esgoto (estruturas responsáveis por bombear o esgoto em locais onde o terreno apresenta desníveis), 4,3 quilômetros de linha de recalque (tubulações que transportam o esgoto bombeado pelas elevatórias) e uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE).
Santa Amélia – As obras permitirão que o município alcance 90% de cobertura de esgotamento sanitário até 2027. Para atingir essa meta, serão implantados cerca de 23 quilômetros de rede coletora, que vão beneficiar mais de mil famílias e comércios.
O projeto também contempla a construção de duas estações elevatórias de esgoto (responsáveis por impulsionar o esgoto em trechos com desnível), dois quilômetros de linha de recalque (tubulações que transportam o esgoto bombeado), 2,5 quilômetros de interceptores (grandes tubulações que recebem o esgoto de redes menores e o conduzem até o tratamento) e uma nova Estação de Tratamento de Esgoto (ETE).
O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, ressalta que a companhia foi pioneira ao adotar o modelo de parceria público-privada para acelerar a universalização do saneamento no Paraná. “A Sanepar já universalizou o acesso à água tratada, atendendo 100% da população nos municípios em que atua. Com esta parceria, o Paraná tem todas as condições para se tornar o primeiro estado do Brasil a universalizar também o acesso ao esgotamento sanitário”, afirma.
Para a diretora-presidente da Ambiental Paraná, Priscila Marchini, os investimentos representam mais qualidade de vida, saúde e desenvolvimento para os moradores. “A ampliação dos sistemas de esgoto em Santa Amélia e Sabáudia representa um avanço importante para o desenvolvimento sustentável dos municípios, contribuindo diretamente para a preservação ambiental, prevenção de doenças e melhoria da qualidade de vida. Estamos preparados para conduzir esse processo com responsabilidade e eficiência. Contamos com o engajamento da população para realizar as ligações à rede, uma responsabilidade compartilhada que fortalece a saúde pública e o cuidado com o meio ambiente”, destaca.
Ações Sociais
Além das obras de infraestrutura, a Ambiental Paraná desenvolverá ações sociais e programas de educação ambiental nos dois municípios. Entre eles está o programa De Olho no Óleo, que orienta a população sobre o descarte correto do óleo de cozinha usado e sua transformação em sabão, promovendo consciência ambiental e geração de renda.
Também serão oferecidos cursos de capacitação para encanadores, preparando moradores para atuar na realização de interligações prediais à rede coletora e em pequenos serviços do setor.
As equipes da concessionária ainda promoverão ações porta a porta para conscientizar a população sobre a importância da conexão dos imóveis à rede de esgoto, além da formação de agentes socioambientais para multiplicação de informações relacionadas à saúde pública, meio ambiente e desenvolvimento sustentável.
As iniciativas buscam aproximar a comunidade dos benefícios proporcionados pelo saneamento básico, incluindo a redução de doenças, a valorização imobiliária, a preservação dos recursos hídricos e o fortalecimento do desenvolvimento econômico local.
Sobre Ambiental Paraná
A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 09/jun/2026 - Sem Comentários
Boas práticas começam dentro de casa e, muitas vezes, pelas crianças. Mais de 150 alunos da Escola Municipal Máximo Jamur, no balneário de Caieiras, em Guaratuba, participam da Corrida de Olho no Óleo, ação que incentiva a arrecadação de óleo de cozinha usado e promove a sensibilização sobre o descarte correto do material junto às famílias e comunidades.
A gincana é uma iniciativa da Ambiental Paraná, empresa responsável pelo sistema de esgotamento sanitário de Guaratuba e outras 51 cidades do estado, em Parceria Público-Privada com a Sanepar, e faz parte das comemorações do Junho Verde, mês de conscientização ambiental. Até o momento foram coletados mais de 400 litros de óleo – volume que, se eventualmente não fosse descartado de forma correta, poderia contaminar até 10 milhões de litros de água, segundo estimativa da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove).
A arrecadação do óleo usado irá até o dia 11 de junho. O estudante que arrecadar o maior volume de óleo ganhará um tablet e o título de ‘Herói da Natureza’. Durante dois meses, os estudantes recolheram o óleo usado em casa, com familiares, vizinhos e até comércios próximos, e levaram até o ponto de coleta instalado dentro da escola, evitando que fosse, eventualmente, despejado no sistema de esgoto.
“Quando trabalhamos educação ambiental com crianças, percebemos um efeito multiplicador ainda mais forte. Elas levam o aprendizado para dentro de casa, conversam com os pais, incentivam familiares e até vizinhos a mudarem hábitos. A sensibilização ambiental passa pela informação e pelo envolvimento da comunidade, e as crianças têm um papel fundamental nesse processo porque se tornam nossos porta-vozes”, afirma Cleverson França, responsável pela área socioambiental da Ambiental Paraná.
O projeto também contribui para orientar os alunos sobre a utilização correta da rede de esgoto. Isso porque a escola fica localizada no balneário de Caieiras, que acabou de receber mais de três quilômetros de rede coletora de esgoto e agora a novidade faz parte do dia a dia de muitas famílias. “O projeto vai além do aprendizado em sala de aula. É também uma ação de sensibilização e responsabilidade compartilhada sobre o bom uso da nova rede de esgoto no bairro. Além de incentivar o descarte correto do óleo de cozinha usado, a iniciativa reforça a importância da preservação ambiental e da balneabilidade das praias, contribuindo para a proteção da biodiversidade local e para a manutenção de um litoral mais limpo e saudável para toda a comunidade”, conclui Cleverson.
Os projetos de sensibilização ambiental vão além do óleo de cozinha. Segundo a Ambiental Paraná, resíduos que poderiam ser reciclados também acabam descartados incorretamente na rede de esgoto. Somente nos quatro primeiros meses de 2026, mais de 91 toneladas de resíduos descartados irregularmente foram retiradas de Estações de Tratamento de Esgoto em 17 cidades do Paraná. Juntos, estes municípios somam pouco mais de 350 mil habitantes, entre eles Fazenda Rio Grande, Guaratuba e Morretes.
Entre os materiais encontrados, estão plásticos, panos, embalagens, fios, cotonetes, lenços umedecidos e outros itens que deveriam ser encaminhados para reciclagem ou para a coleta convencional.
Além de comprometer e sobrecarregar o funcionamento do sistema de esgotamento sanitário, o descarte incorreto pode causar entupimentos, extravasamentos e refluxo até para dentro das próprias residências, gerando incômodo para os moradores e danos aos equipamentos utilizados no tratamento do esgoto.
A relação entre saneamento e saúde pública também aparece nos indicadores. O Brasil registrou cerca de 344 mil internações por Doenças Relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado (DRSAI) em 2024, segundo dados do DATASUS.
Os avanços rumo à universalização do saneamento impactam diretamente a população, a partir da melhoria da qualidade de vida e da redução de doenças associadas à falta de saneamento adequado. De acordo com um estudo do Instituto Trata Brasil, a ampliação do acesso aos serviços deve reduzir em 86.760 o número de internação por DRSAI no país. Considerando que o custo médio de internação foi de R$ 506,32 em 2024, isso representaria uma economia de R$ 43,9 milhões por ano aos cofres públicos.
A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Tijucas do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, = Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 15/maio/2026 - Sem Comentários
Ambiental Paraná retirou 91 toneladas de materiais indevidos das estações de tratamento de esgoto em apenas quatro meses
Nos primeiros quatro meses de 2026, mais de 91 toneladas de resíduos descartados irregularmente foram retiradas de Estações de Tratamento de Esgoto em 18 cidades do Paraná. Juntos, estes municípios somam pouco mais de 350 mil habitantes, entre eles Fazenda Rio Grande, Guaratuba e Morretes. Um recorte que ajuda a dimensionar o desafio que a sociedade brasileira ainda tem sobre a importância do tratamento do esgoto na vida de todo o cidadão.
Nas estações, foram encontrados materiais como plásticos, panos, embalagens, fios, cotonetes, lenços umedecidos e outros itens que deveriam ser encaminhados para reciclagem ou para a coleta convencional.
Além de comprometer e sobrecarregar o funcionamento do sistema de esgotamento sanitário, o descarte incorreto pode causar entupimentos, extravasamentos e refluxo – inclusive para dentro das próprias residências –, aumento dos custos operacionais e danos aos equipamentos utilizados no tratamento do esgoto.
O levantamento foi realizado pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão de esgoto em 52 municípios paranaenses por meio de uma Parceria Público-Privada com a Sanepar. Os números entram em evidência na semana em que é celebrado, em 17 de maio, o Dia Mundial da Reciclagem.
“Se por um lado temos um avanço do tratamento de esgoto em todo o país com a chegada do Marco Legal do Saneamento, por outro temos o desafio de sensibilizar as pessoas com acesso às conexões de que o resultado deste projeto só se consolidará se toda a cadeia for completa, pois estamos diante de responsabilidade compartilhada entre poder público, empresas parceiras e a população, onde todos exercem um papel fundamental para que o saneamento seja uma realidade funcional na vida de todos”, analisa Cleverson França, responsável pela área de responsabilidade social da Ambiental Paraná.
Para o executivo, grande parte dos resíduos encontrados nas estações poderia ter recebido a destinação correta sem passar pela rede de esgoto. “Quando esses materiais são descartados de forma inadequada, eles acabam prejudicando e sobrecarregando toda a operação do sistema, desde a coleta até o tratamento”, explica.
No levantamento realizado pela Ambiental Paraná, itens como plástico, óleo de cozinha, tecidos, cabelo, fio dental, absorventes e lenços umedecidos estão entre os materiais mais encontrados nas unidades. Embora sejam itens pequenos, o acúmulo gera toneladas de resíduos mensalmente.
“É importante reforçar que a rede foi projetada exclusivamente para receber esgoto. Resíduos sólidos precisam ser destinados corretamente, seja para reciclagem, coleta convencional ou pontos específicos de descarte”, completa Cleverson.
A Ambiental Paraná reforça que atitudes simples da população podem contribuir diretamente para a preservação ambiental e para o bom funcionamento do sistema de esgotamento sanitário. Materiais recicláveis, por exemplo, devem ser separados para a coleta seletiva, enquanto óleo de cozinha, medicamentos e resíduos específicos precisam ser encaminhados para locais apropriados de descarte.
Cinco atitudes que as pessoas devem exercitar e assim contribuir com o tratamento do esgoto que passa por sua residência:
Cinco pontos os quais as pessoas jamais devem fazer frente ao esgoto tratado que é ligado à sua residência:
Postado por [email protected] em 28/abr/2026 - Sem Comentários
O município de Tijucas do Sul está recebendo um marco histórico em seu desenvolvimento: a chegada da rede de esgoto. A cidade, que não possuía rede, receberá, somente neste ano, mais de 26 quilômetros de tubulação, permitindo que mais de 1.500 famílias e comércios se conectem ao sistema. Isso representa 40% de cobertura no município. A meta é chegar a 90% até 2033.
As obras acontecerão em três etapas. A primeira, em 2026, contempla bairros como Bosque da Saúde, Bosque das Oliveiras, Vila Cubas e Centro. A segunda, prevista para 2030, chegará a 60%; enquanto a terceira, realizada em 2033, concluirá a meta estabelecida.
Neste ano, além da tubulação, serão instalados outros componentes essenciais para o funcionamento do sistema, entre eles estão:
As obras serão realizadas pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão de esgoto de 52 cidades no Paraná, em parceria com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).
Estas obras integram o plano de investimentos de aproximadamente R$ 2 bilhões que a Ambiental Paraná realizará nos próximos anos no Estado. Em janeiro de 2024, a empresa passou a operar os serviços de coleta e tratamento de esgoto de 16 municípios da região Centro-Litoral do estado, incluindo Tijucas do Sul, e, desde 2025, de outras 36 cidades paranaenses.
O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, ressalta que a Sanepar foi pioneira e inovou ao fazer parceria-público privada a fim de universalizar o saneamento no estado. “A Sanepar já universalizou o acesso à água tratada, atendendo 100% da população nos 344 municípios em que atua no Paraná. E, com esta parceria, certamente vai fazer do Estado, o primeiro a universalizar o acesso ao esgotamento sanitário,” ressalta.
Para Priscila Marchini, diretora-presidente da Ambiental Paraná, a novidade representa um marco na história do município. “Ficamos extremamente felizes em levar a rede de esgoto para Tijucas do Sul, promovendo a saúde pública, educação e qualidade de vida para a população. Nosso compromisso é executar as obras com responsabilidade, transparência e excelência. Pedimos a compreensão dos moradores quanto aos transtornos temporários, pois os benefícios serão permanentes”, afirma.
Além da infraestrutura, a Ambiental Paraná promoverá na cidade duas ações sociais e programas de educação ambiental como o De Olho no Óleo, que ensina a transformar óleo de cozinha usado em sabão, oferecendo oportunidade de renda extra; e o Curso de Preparação de Encanadores, que capacita moradores para realizar interligações de ramais prediais e atuar em pequenos negócios da área.
Também serão realizadas ações ambientais, como o Porta a Porta, com visitas domiciliares para sensibilização dos moradores sobre a importância em realizar a conexão à rede coletora de esgoto.
Outro destaque é o curso para formação de agentes socioambientais, com foco em capacitar facilitadores comunitários como multiplicadores de informações sobre saúde, meio ambiente e desenvolvimento sustentável. Essas iniciativas têm o objetivo de informar a comunidade sobre as oportunidades de crescimento que o saneamento básico proporciona à região, com impactos na qualidade de vida, a partir da redução dos gastos com saúde e a melhora no rendimento escolar, além da valorização imobiliária e da expansão econômica.
A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Tijucas do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, = Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 30/mar/2026 - Sem Comentários
Moradores da Região Metropolitana de Curitiba podem se inscrever em um curso gratuito de capacitação para encanadores. A oficina será realizada no dia 8 de abril, em Bocaiúva do Sul, para homens e mulheres acima de 18 anos. O objetivo é ensinar noções básicas de hidráulica predial para os interessados realizarem pequenos reparos em suas próprias casas ou oferecerem como serviço, ganhando uma renda extra.
As inscrições já estão abertas e vão até o dia 6 de abril. Para participar, basta enviar uma mensagem no WhatsApp para o número (41) 98536-9638.
Oferecido pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão do esgoto de 52 municípios do Estado, em Parceria Público-Privada com a Sanepar, o curso conta com o apoio da Tigre, multinacional brasileira do setor de construção civil e infraestrutura. A capacitação aborda temas práticos do dia a dia, como ligações hidráulicas e de esgoto, interligações à rede coletora, aterramento de fossa, além de limpeza de caixa d’água e de gordura.
“É uma excelente oportunidade para as pessoas realizarem serviços em suas próprias residências e prestarem esse atendimento à comunidade, como uma nova possibilidade de renda. Pequenos cuidados fazem diferença no dia a dia das famílias e na preservação do meio ambiente”, afirma Cleverson França, da área de Responsabilidade Socioambiental da Ambiental Paraná.
A iniciativa já aconteceu nas cidades de Morretes e Guaratuba e contribuiu para que os participantes ampliassem seus conhecimentos e oportunidades na área. É o caso de Eleandro Rodrigues de Souza, de 41 anos, que participou da mesma capacitação em Guaratuba. “Trabalho com manutenção predial e o serviço de hidráulica acabou se tornando uma necessidade no meu dia a dia. Fazer o curso foi de grande valia, consegui esclarecer dúvidas e aprender muito. Agora, posso levar esse conhecimento para os meus clientes e executar os serviços da maneira correta, buscando sempre crescer profissionalmente”, comemora.
Data: 8 de abril.
Horário: das 9h às 17h.
Local: Prefeitura Municipal de Bocaiúva do Sul – Rua Carlos Alberto Ribeiro, 21, Centro.
Inscrições: até 6 de abril pelo WhatsApp (41) 98536-9638.
Postado por [email protected] em 20/mar/2026 - Sem Comentários
Confira o artigo da diretora-presidente da Ambiental Paraná, Priscila Marchini
A passagem do Dia Mundial da Água convida a sociedade a refletir sobre a importância de proteger rios, lagoas e nascentes. Esse momento de atenção coletiva costuma nos lembrar da necessidade de preservar os mananciais que abastecem as cidades e sustentam a vida. Há, porém, um aspecto fundamental dessa preservação que nem sempre aparece com a mesma clareza no debate público: o tratamento do esgoto gerado diariamente nas áreas urbanas.
A água que utilizamos em casa, no trabalho ou nas atividades mais simples do cotidiano não desaparece depois do uso. Ela retorna ao ambiente. Quando esse caminho ocorre sem tratamento adequado, resíduos acabam chegando aos rios e reservatórios, comprometendo a qualidade da água e esgotando os mananciais que garantem o abastecimento das cidades.
É nesse ponto que o saneamento exerce um papel essencial. Coletar e tratar o esgoto antes que ele retorne à natureza é uma das formas mais efetivas de proteger os recursos hídricos. Cada rede implantada e cada estação de tratamento em funcionamento representa menos poluição nos rios e mais cuidado com as fontes que sustentam a vida.
Ao longo da minha trajetória no setor de saneamento, tenho acompanhado como a expansão desses serviços transforma realidades. Não se trata de instalar tubulações ou construir estruturas técnicas. Levar coleta e tratamento de esgoto a uma região significa levar saúde, dignidade e novas oportunidades de desenvolvimento. Onde o saneamento avança, os ambientes se tornam mais saudáveis e as cidades se fortalecem.
Esse resultado é construído com responsabilidade compartilhada. As administrações municipais têm papel fundamental ao organizar serviços como a coleta de resíduos e a drenagem urbana e às empresas de saneamento cabe garantir que a instalação e operação dos sistemas ocorram com eficiência e segurança.
A população também faz parte desse compromisso. Conectar os imóveis à rede disponível e utilizar o sistema de forma adequada ajuda a preservar uma infraestrutura que existe justamente para proteger a água. Pequenas atitudes cotidianas contribuem para o bom funcionamento de todo o sistema.
Preservar a água exige olhar para todo o ciclo que sustenta a vida nas cidades. Proteger os mananciais também significa garantir que aquilo que sai de nossas casas volte à natureza de forma segura. Avançar no tratamento de esgoto é uma das maneiras mais concretas de cuidar da água hoje e assegurar um futuro mais sustentável para as próximas gerações.
*Priscila Marchini é diretora presidente da Ambiental Paraná
Postado por [email protected] em 19/mar/2026 - Sem Comentários
Guaratuba vive um momento de importantes conexões que vão transformar a vida da população e a rotina da cidade. A ponte em construção recebeu o famoso “beijo”, unindo Guaratuba e Matinhos, e a partir de dezembro de 2025, a praia que dá acesso à emblemática ponte — Caieiras — obteve acesso à rede de esgoto. O balneário, que não contava com o serviço, recebeu mais de 3 quilômetros de rede coletora de esgoto, atendendo 217 moradias e comércios locais.
O projeto também incluiu a instalação de mais de 880 metros de tubulação pressurizada com bombas, responsáveis por transportar o esgoto de áreas mais baixas para pontos mais altos, com capacidade de 600 litros por minuto.
A obra em Caieiras exigiu soluções técnicas específicas devido às características do solo da região, predominantemente arenoso, e ao lençol freático elevado — condições comuns em áreas litorâneas. Durante as escavações para a implantação da nova rede, foi necessário realizar o controle da água subterrânea com o uso de bombas, que permitiram a drenagem temporária e o retorno seguro dessa água ao ambiente natural.
Com a rede disponível, os moradores e comerciantes já podem realizar a ligação de seus imóveis ao sistema, basta contratar um encanador ou, caso tenham conhecimento técnico, realizar a conexão diretamente ao Dispositivo Tubular de Inspeção (DTI) instalado nas ruas.
Segundo Priscila Marchini Brunetta, diretora-presidente da Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão do esgoto de Guaratuba e outros 51 municípios do Estado, em Parceria Público-Privada com a Sanepar, a ligação dos imóveis é fundamental para que o sistema funcione plenamente e gere benefícios para toda a região. “A chegada da rede é um passo importante para a melhoria ambiental e da qualidade de vida em Caieiras. Para que funcione plenamente, é fundamental o envolvimento de todos, em uma responsabilidade compartilhada. Agora, é essencial que moradores e comerciantes façam a ligação de seus imóveis ao sistema para que o esgoto seja coletado e tratado corretamente, evitando impactos principalmente no mar”, afirma.
As ligações e a destinação correta desse esgoto podem impactar positivamente a balneabilidade da praia de Caieiras. O esgoto agora será coletado, tratado e devolvido à natureza de forma adequada, tornando a região cada vez mais segura para banho.
Para Cleverson França, responsável pela área socioambiental da Ambiental Paraná, a implantação do sistema de esgotamento sanitário em Caieiras representa um avanço importante para a qualidade de vida da comunidade e para a preservação ambiental da região. “Com a coleta e o tratamento adequado do esgoto, evitamos que ele seja lançado diretamente no solo e consequentemente no mar, protegendo os recursos naturais e contribuindo para a saúde pública. É um investimento que beneficia diretamente mais de 200 famílias e fortalece o desenvolvimento da comunidade”, conclui.
Além da qualidade da água do mar, a coleta e o tratamento de esgoto também trazem benefícios diretos para a saúde, a economia e o meio ambiente. Segundo dados do Instituto Trata Brasil, entre 2005 e 2022 a cobertura de coleta de esgoto no Paraná subiu de 40,2% para mais de 75%. No mesmo período, houve redução de cerca de 41% na incidência de doenças de veiculação hídrica e respiratórias.
Com o avanço do saneamento básico, a estimativa é que o Paraná economize mais de R$ 1 bilhão em gastos com saúde entre 2023 e 2040, além de registrar ganhos com valorização imobiliária e aumento da atividade turística no estado.
Nesse período, os benefícios totais do saneamento devem chegar a R$ 82,5 bilhões, o que representa um retorno social significativo: para cada R$ 1 investido em saneamento, o estado pode obter cerca de R$ 3,16 em ganhos para a sociedade.
O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, pontua a efetividade do modelo adotado, que tem contribuído para a expansão dos serviços de saneamento. “A Parceria Público-Privada com a Sanepar tem alcançado resultados consistentes, permitindo avançar de forma mais ágil na universalização do saneamento no Paraná e contribuindo diretamente para a preservação ambiental do litoral do estado”, ressalta.
Sobre Ambiental Paraná
A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.