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Palmital passa por ampliação na Rede de Esgoto

Postado por [email protected] em 10/fev/2026 - Sem Comentários

Palmital está recebendo obras de ampliação da rede de esgoto. Ao todo, serão mais de 650 metros de nova tubulação, beneficiando cerca de 25 residências do município. Neste momento, os trabalhos acontecem na Rua Bento Munhoz da Rocha e, na sequência, seguem para as ruas Presidente Getúlio Vargas, Parigot de Souza e Presidente Juscelino Kubitschek. As obras estão sendo executadas pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão do esgotamento sanitário da cidade e de outros 51 municípios paranaenses, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).

Glitter, preservativo e areia: veja o que não pode ir para o ralo durante o Carnaval

Postado por [email protected] em 09/fev/2026 - Sem Comentários

Descarte incorreto de resíduos comuns da folia pode causar extravasamentos de esgoto e prejudicar a balneabilidade das praias

O Carnaval está chegando e o litoral do Paraná voltará a receber um grande fluxo de turistas e foliões, especialmente jovens que aproveitam os dias de festa com bloquinhos e banhos de mar. Com a programação, também aumentam os riscos de problemas na rede de esgoto, que podem resultar em entupimentos, extravasamentos e impacto direto na qualidade da água do mar.

O descarte incorreto de resíduos em vasos sanitários, ralos e pias está entre as principais causas de transtornos registrados nesta época. Quando a rede de esgoto é sobrecarregada, o esgoto pode extravasar em vias públicas durante o próprio bloquinho ou retornar pelos ralos de casas e comércios. Além do transtorno, esse material pode ir para o mar, tornando as praias impróprias para banho.

Segundo Gustavo dos Reis Gomes, coordenador de Eletromecânica da Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão do saneamento em Guaratuba, Morretes e outras 50 cidades do estado, por meio de Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), o Carnaval exige atenção redobrada. “O aumento no número de pessoas impacta diretamente a rede de esgoto. Quando resíduos sólidos são descartados de forma incorreta, o sistema não consegue absorver essa carga e os problemas aparecem rapidamente”, explica.

Entre os materiais mais encontrados nas tubulações durante o período de verão e Carnaval estão:

Glitter – Muito comum nos bloquinhos, o glitter é feito de plástico e não é biodegradável. Ao ser retirado no banho, acaba escorrendo pelo ralo e segue para a rede de esgoto. Por ser extremamente pequeno, não é totalmente retido no tratamento e pode chegar a rios e ao mar, contribuindo para a poluição da água. O recomendando é o uso de glitter biodegradável, encontrado com facilidade em lojas do segmento.

Preservativos – Esses materiais não se desfazem na água. Ao chegar nas tubulações, se acumulam junto com cabelos e outras fibras, paralisando o sistema de bombeamento. O descarte correto é na lixeira.

Areia – Entra na rede principalmente após banhos e limpeza de áreas externas. Dentro do sistema, provoca desgaste e reduz a eficiência do bombeamento do esgoto para a estação de tratamento, aumentando o risco de falhas. Uma das soluções é retirar o excesso de areia nos chuveiros de praia, onde o material fica na natureza.

Adereços e plásticos rígidos – Pedaços de fantasias, embalagens e fragmentos de plástico podem entrar na rede e parar nos sistemas de bombeamento, o que causam obstrução e queima dos equipamentos, favorecendo refluxos e extravasamentos. O descarte correto é na lixeira.

“O problema não fica restrito à rede. O extravasamento de esgoto representa risco à saúde pública e pode comprometer a qualidade da água do mar, interferindo no uso das praias durante o feriado”, alerta Gomes.

A orientação é simples: a rede de esgoto foi projetada para receber apenas esgoto doméstico. Resíduos sólidos, areia, gordura, água da chuva e itens utilizados durante o Carnaval devem ser descartados corretamente no lixo adequado. “Preservar e manter o bom funcionamento da rede é uma responsabilidade de todos, moradores e turistas”, completa Gomes.

Pequenas atitudes individuais ajudam a evitar transtornos coletivos e contribuem para que o litoral do Paraná continue sendo um destino seguro e agradável.

Sobre Ambiental Paraná

A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.  

Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.

Do óleo de cozinha à água da chuva: sete hábitos domésticos que prejudicam a rede de esgoto

Postado por [email protected] em 28/jan/2026 - Sem Comentários

Descarte incorreto de resíduos em vasos sanitários, ralos ou pias está entre as principais causas de problemas no saneamento. Veja lista dos erros mais comuns

Na semana em que se celebra o Dia da Educação Ambiental, a atenção se volta para atitudes simples do dia a dia que têm impacto direto no meio ambiente e no funcionamento dos serviços de saneamento. Hábitos comuns dentro de casa podem causar entupimentos, extravasamentos e sobrecarga da rede de esgoto.

Para prevenir esse tipo de problema e evitar danos ao saneamento básico, o biólogo Cleverson França, responsável pela área socioambiental da Ambiental Paraná, empresa gestora do saneamento em 52 cidades do Paraná, destaca os erros mais frequentes relacionados ao descarte inadequado de resíduos.

Resíduos que não podem ser descartados em vasos sanitários, ralos ou pias:

1. Óleo de cozinha – Apenas um litro de óleo é capaz de contaminar até 25 mil litros de água. Como não se dissolve, o óleo se acumula nas tubulações, dificulta o tratamento do esgoto e pode provocar entupimentos. Recomenda-se o armazenamento em garrafas PET para levar até um ponto de coleta que encaminha para a reciclagem do material.

2. Água da chuva – A água da chuva e o esgoto doméstico nunca devem ser misturados. A água da chuva deve ser canalizada para a galeria de água pluvial. Quando os moradores fazem ligações irregulares, ou seja, direcionam a água da chuva para a rede de esgoto, aumenta o volume dentro da rede, o que provoca extravasamentos e refluxo do esgoto para dentro dos imóveis.

3. Absorventes, fraldas e papel higiênico – Esses materiais não se dissolvem com facilidade e podem bloquear a passagem do esgoto. O descarte no vaso sanitário é uma das principais causas de entupimento nas redes coletoras. Estes materiais precisam ir para o lixo comum.

4. Hastes flexíveis – Apesar do tamanho pequeno, esses itens se acumulam ao longo da tubulação e contribuem para bloqueios no sistema de esgoto. O local certo para o descarte também é o lixo comum, nunca o vaso sanitário.

5. Fio dental – O fio dental, muitas vezes utilizado durante o banho, não pode ir para o ralo, pois não se dissolve na água e funciona como uma espécie de “rede” dentro da tubulação, retendo outros resíduos e formando grandes obstruções ao longo do tempo. A destinação correta é o lixo comum.

6. Cabelos – O acúmulo de fios em ralos e sifões compromete a passagem do esgoto. Com o tempo, os cabelos se entrelaçam, formando barreiras que dificultam o escoamento e favorecem entupimentos. O descarte também deve ser feito no lixo comum.

7. Bitucas de cigarro e embalagens plásticas – Esses resíduos são frequentemente descartados de forma incorreta e acabam chegando à rede de esgoto, contribuindo para o mau funcionamento do sistema e para a poluição ambiental. Jogue as bitucas no lixo comum e as embalagens plásticas junto aos resíduos recicláveis.

Segundo Cleverson, muitos dos problemas registrados na rede de esgoto têm origem nas residências. “Grande parte dos entupimentos e extravasamentos ocorre em razão do descarte inadequado de resíduos que parecem inofensivos. A educação ambiental passa por entender que a rede de esgoto foi projetada para receber apenas o esgoto doméstico, e não lixo ou água da chuva. Trata-se de uma responsabilidade compartilhada, em que a colaboração e a conscientização da população são fundamentais para garantir a eficiência do sistema e evitar impactos ao meio ambiente”, afirma.

Esgotamento sanitário de Guaratuba e Morretes recebem reforço para temporada de verão

Postado por [email protected] em 22/dez/2025 - Sem Comentários

Ampliação de equipes, novos equipamentos e melhorias operacionais preparam os sistemas para a alta demanda entre dezembro e março

Os sistemas de esgotamento sanitário de Guaratuba e Morretes estão recebendo um reforço operacional para atender o aumento da demanda durante a temporada de verão 2025/2026. As ações incluem ampliação da equipe, aquisição de novos equipamentos, reforço na capacidade elétrica, limpeza preventiva da rede e implantação de novos sistemas de segurança operacional.

Entre as principais medidas está a chegada de novos equipamentos, como bombas, geradores, transformadores — para operação e reserva — e um caminhão hidrojato extra, utilizado na limpeza, desobstrução e manutenção das redes de esgoto.

Na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Guaratuba, o efetivo foi ampliado com operadores noturnos e outros profissionais que irão atuar de forma móvel, conforme a demanda. Também foi formada equipes exclusivas para operar o caminhão hidrojato durante o dia e a noite.

Todo o reforço permanecerá no litoral até o fim da temporada, em 20 de março de 2026. “Estamos preparados para garantir a prestação de serviços de esgotamento sanitário durante a alta temporada, contribuindo para a tranquilidade de moradores e turistas durante o verão”, afirma Guilherme Freccia Silvestrin, Gerente Executivo de Operações da Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão do esgoto de Guaratuba, Morretes e outros 50 municípios do estado, em Parceria Público-Privada com a Sanepar.

Até o momento, já foram adquiridas e instaladas bombas capazes de levar o esgoto para a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), além de geradores e um transformador reserva, garantindo o funcionamento das estações mesmo em situações de pico ou falta de energia.

Também foram realizadas melhorias na infraestrutura elétrica, com aumento de carga combinada junto à Copel. A estação de tratamento de Guaratuba também ganhará novos equipamentos que melhoram o processo de tratamento do lodo, suprindo o aumento de demanda.

Ações complementares para o verão

Entre as próximas ações previstas estão a limpeza e manutenção das redes de esgoto de Guaratuba e Morretes, além da instalação de um novo sistema de gradeamento, que aumenta a segurança e a eficiência do funcionamento do sistema nos dois municípios.

Atualmente, o sistema de esgotamento sanitário de Guaratuba conta com uma estação de tratamento, 17 estações elevatórias, 329 quilômetros de rede e mais de 21 mil ligações ativas. Já em Morretes, o sistema é composto por uma estação de tratamento, seis estações elevatórias, 58 quilômetros de rede e mais de 3 mil ligações ativas.

Sobre Ambiental Paraná

A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.  

Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.

Mais de 2 bilhões de litros de esgoto foram tratados em 13 cidades do Paraná no último semestre

Postado por [email protected] em 18/dez/2025 - Sem Comentários

As cidades atendidas ficam na região Centro-Leste e fazem parte do Lote 2 da Ambiental Paraná, empresa que opera a rede de esgoto em parceria com a Sanepar

De maio a novembro, 2,14 bilhões de litros de esgoto foram tratados em 13 cidades da região Centro-Leste do Paraná. O volume corresponde a 857 piscinas olímpicas, 214 mil caminhões-pipa ou 2,1 milhões de caixas d’água de mil litros, quantidade suficiente para abastecer uma cidade de 500 mil habitantes durante um mês.

Essa gestão foi realizada pela Ambiental Paraná, responsável pelo sistema de esgoto de 52 municípios no estado, em Parceria Público-Privada com a Sanepar. As cidades do Lote 2, na região Centro-Leste, atendem cerca de 200 mil pessoas. Entre os municípios com maior população estão Pitanga (34 mil habitantes),  Pinhão (30 mil) e Ibaiti (29 mil).

No mesmo período, a empresa executou mais de 5 mil ordens de serviço, incluindo manutenções, desobstruções, novas ligações, vistorias, levantamentos, topografia, Sistema de Atendimento e Registro (SAR), ações preventivas, Vistoria Técnica Operacional (VTO) e sondagens. Em eletromecânica, foram mais de 1.200 ordens, entre serviços preventivos, preditivos e corretivos.

Para Nicole Fernandes da Silva, Gerente de Operações da Ambiental Paraná, a gestão antecipada acelerou o desenvolvimento do saneamento básico nestas cidades. “Tínhamos o compromisso contratual de assumir a gestão completa em 6 meses de operação assistida, mas solicitamos a antecipação desse prazo e iniciamos a operação com 120 dias. Temos know-how para iniciar o trabalho antes do previsto e implementar as melhorias que consideramos necessárias, sempre buscando o desenvolvimento das cidades atendidas, com investimento e experiência”, afirma.

Entre agosto e outubro, aproximadamente 200 metros de rede coletora e emissários foram substituídos em três cidades. Também foram realizadas mais de 60 melhorias nas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), incluindo instalação de novas comportas, bombas de decantação, reatores, além de revitalizações estruturais como portas, janelas, pintura e sinalização. No período, foram adquiridas 26 bombas, dois sopradores de ar de canal e 13 inversores de frequência, visando melhoria e segurança operacional.

Para os próximos meses, a Ambiental Paraná prevê ações para redução de obstruções, com uso de mapas de calor, implantação de telemetria em estações elevatórias e de tratamento, substituição de bombas obsoletas para ampliar a eficiência energética e melhorias de iluminação nas unidades. Também está prevista a continuidade nas instalação de bombas dosadoras e a realização de testes em bancada para otimizar a eficiência das ETEs.

Sobre Ambiental Paraná  

A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.  

Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.

Bocaiúva do Sul recebe obras para ampliar rede de esgoto

Postado por [email protected] em 17/dez/2025 - Sem Comentários

Mais de 200 residências e comércios serão beneficiados com a implantação de 3 quilômetros de nova rede

A cidade de Bocaiúva do Sul (PR) está recebendo obras de ampliação da rede de esgoto, que somarão mais de 3 quilômetros de novas tubulações e beneficiarão mais de 200 residências e comércios. As obras começaram no início de dezembro nos bairros Jardim Torre I, Boqueirão e Jardim Lucy. O projeto também inclui a construção de três estações elevatórias, responsáveis por transportar o esgoto bruto até a Estação de Tratamento do município, e mais de 1 quilômetro de linha de recalque, que leva o esgoto de áreas mais baixas para locais mais altos. Serão feitas entregas gradativas, com conclusão prevista para abril de 2026.

As obras são realizadas pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão de esgoto de Bocaiúva do Sul e de outras 51 cidades do Estado, em Parceria Público-Privada com a Sanepar.  O primeiro trecho que recebeu as intervenções foi a Estrada João Evangelista Passos, no Jardim Torre I. Em seguida, as equipes avançaram pelas ruas Santos e Torre. No bairro Boqueirão, as obras ocorrem nas ruas Orlando Ubaldino Caron, Pedro Souza de Silva e Angelo José Costa. No bairro Jardim Lucy, a rede está sendo instalada nas ruas Hélio Bassetti, Jorge Costa Bassetti, Carlos Alberto Ribeiro e Anízio Luz.

“Este é um passo muito importante para o desenvolvimento da cidade. Porém, também contamos com a colaboração dos moradores e comerciantes para realizarem a ligação de suas propriedades à rede de esgoto quando a obra for concluída. Para ajudar, vamos promover ações locais explicando todos os passos. Importante lembrar que a ligação não tem custo e traz melhorias em diversos aspectos, como saúde, educação e valorização imobiliária”, afirma Priscila Marchini, diretora-presidente da Ambiental Paraná.

As obras integram um investimento de aproximadamente R$ 2 bilhões que a Ambiental Paraná fará nos próximos anos para ampliar e modernizar o sistema de esgotamento sanitário em 52 municípios do estado.

Benefícios do saneamento

A coleta e o tratamento de esgoto beneficiam diversos setores da sociedade. Segundo dados do Instituto Trata Brasil, entre 2005 e 2022, no Paraná, a cobertura de coleta de esgoto subiu de 40,2% para mais de 75%. No mesmo período, houve redução de cerca de 41% na incidência de doenças de veiculação hídrica e respiratórias.

Além disso, dados mostram que pessoas que vivem em domicílios com coleta de esgoto ganham, em média, 34% mais do que aquelas sem acesso ao serviço.

Com o crescimento do saneamento básico, o estudo estima que entre 2023 e 2040, o Paraná economizará mais de R$ 1 bilhão com a redução de doenças. Os proprietários de imóveis devem ter ganhos anuais estimados em R$ 126,4milhões com a valorização imobiliária, enquanto o setor do turismo pode alcançar aproximadamente R$ 4,5 bilhões de renda em valor presente.

Ao longo desse período (2023-2040), os benefícios trazidos pelo saneamento básico devem alcançar R$ 82,5 bilhões, sendo R$ 48,3 bilhões de benefícios diretos (renda gerada pelo investimento e pelas atividades de saneamento) e impostos de R$ 34,1 bilhões devido à redução de perdas associadas às externalidades. Os custos sociais no período devem somar R$ 34,9 bilhões aproximadamente. Essa relação indica que a cada R$ 1,00 investido em saneamento, o estado do Paraná deve ter ganhos sociais de R$ 3,16.

Sobre Ambiental Paraná  

A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.  

Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.

Alunos coletam mais de 430 litros de óleo usado

Postado por [email protected] em 01/dez/2025 - Sem Comentários

Projeto sustentável premiou estudantes e turmas que mais contribuíram com a coleta no Instituto de Educação do Paraná Professor Erasmo Pilotto

Mais de 430 litros de óleo de cozinha usado foram arrecadados por alunos do 9º ano do Instituto de Educação do Paraná Professor Erasmo Pilotto, em Curitiba. A iniciativa faz parte do projeto Corrida De Olho no Óleo, promovido pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão de esgoto em 52 cidades do estado, em Parceria Público-Privada com a Sanepar. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), 1 litro de óleo pode contaminar até 25 mil litros de água. Se descartado incorretamente, essa quantidade de óleo teria contaminado aproximadamente 10 milhões de litros de água.

A ação começou em outubro, quando um ponto de coleta foi instalado na escola, e encerrou no fim de novembro, com mais de 100 alunos participantes. O estudante que acumulasse maior volume de óleo arrecadado seria premiado com uma bicicleta e o título de “Herói da Natureza”. Já a turma mais engajada seria reconhecida como a mais sustentável, ganhando uma visita ao Instituto Estre e à Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Fazenda Rio Grande.

Professora Paula Leticia Freitas; Nicolas Batista da Silva, aluno do 9ºB; diretora-presidente da Ambiental Paraná, Priscila Marchini Brunetta; responsável pela área socioambiental da Ambiental Paraná, Cleverson França; pedagogo e professor Mario Guedes.
Professora Paula Leticia Freitas; Nicolas Batista da Silva, aluno do 9ºB; diretora-presidente da Ambiental Paraná, Priscila Marchini Brunetta; responsável pela área socioambiental da Ambiental Paraná, Cleverson França; pedagogo e professor Mario Guedes.

Dois alunos tiveram resultados muito próximos e foram premiados com uma bicicleta cada. Nicolas Batista da Silva e João Miguel Heberle  mobilizaram suas famílias e arrecadaram 144 litros e 136 litros, respectivamente. Como ambos pertencem ao 9º ano B, a turma foi a vencedora. 

Para Cleverson França, responsável pela área socioambiental da empresa, o projeto se tornou uma oportunidade de colocar em prática as reflexões sobre um futuro mais sustentável. “Ver estudantes engajados na arrecadação do óleo de cozinha usado, envolvendo familiares e movimentando a comunidade onde vivem, mostra que a sustentabilidade não é um conceito distante, mas acessível e cotidiana. Quando entendemos o nosso papel no cuidado com os recursos e com o ambiente, nasce uma cultura de responsabilidade que se multiplica para além da escola”, ressalta. 

Pedagogo e professor Mario Guedes; João Miguel Heberle Daher, aluno do 9ºB; responsável pela área socioambiental da Ambiental Paraná, Cleverson França; diretora-presidente da Ambiental Paraná, Priscila Marchini Brunetta; e professora Paula Leticia Freitas.

Sustentabilidade em foco

Além da coleta, os estudantes participaram de uma oficina prática em que aprenderam a transformar o óleo usado em velas natalinas e sabão ecológico. A atividade mostrou que o resíduo pode ser reaproveitado e até gerar renda extra ou itens de decoração.

Para Priscila Marchini, Diretora-presidente da Ambiental Paraná, a iniciativa reforça um ciclo sustentável completo. “É um ensinamento fundamental para repassar às crianças, que são multiplicadoras de informação. Com este projeto, mostramos que o óleo coletado de maneira adequada deixa de poluir o meio ambiente e pode se tornar um novo produto”, afirma.

Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), a cada quatro litros de óleo consumidos no país, um é descartado inadequadamente. Isso representa mais de 700 milhões de litros ao ano lançados no meio ambiente, impactando o solo, contaminando a água e obstruindo redes de esgoto devido à solidificação da gordura.

Sobre Ambiental Paraná

A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.  

Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.

Itaguajé receberá rede de esgoto e terá 90% de cobertura até 2033

Postado por [email protected] em 24/nov/2025 - Sem Comentários

O município com 4,5 mil habitantes terá acesso ao sistema de esgotamento sanitário por meio da parceria público-privada entre Sanepar e Ambiental Paraná.

O município de Itaguajé, que fica na região Noroeste do Paraná, divisa com São Paulo, terá acesso ao sistema completo de esgotamento sanitário com obras que iniciam entre 2029 e 2030. Com uma população de 4,5 mil habitantes, a previsão é que em 2030, até 80% das residências tenham acesso ao esgoto e, em 2033, até 90% dos imóveis.

A implantação do sistema de esgotamento será executada pela Ambiental Paraná, empresa do grupo Aegea Saneamento — referência em saneamento no setor privado no Brasil, em parceria público privada com a Sanepar, maior empresa pública do Brasil.

O tema foi discutido na última terça-feira (18), durante reunião entre o gerente da Sanepar, Fernando Norio, a coordenadora comercial da Sanepar, Francieli Oliveira Taboza, o colaborador do setor comercial da Sanepar, Almir Vetori, a diretora-presidente da Ambiental Paraná, Priscila Marchini, a gerente de operações da Ambiental Paraná, Nicole Fernandes da Silva e Bruno Henrique Gomes, Secretário Municipal de Agricultura, Meio Ambiente e Saneamento Básico.

As obras em Itaguajé fazem parte de um investimento de aproximadamente R$ 2 bilhões, que a Ambiental Paraná realizará nos próximos anos na gestão do esgotamento sanitário de 52 municípios do Paraná, em parceria com a Sanepar.

Para Priscila Marchini, Diretora-presidente da Ambiental Paraná, a obra é sinônimo de saúde, educação e desenvolvimento para a cidade. “É um orgulho imenso levar a rede de esgoto para uma cidade. Nos próximos anos, os moradores irão sentir na pele a diferença em suas vidas. A adesão à rede coletora traz impactos diretos na prevenção de doenças, preservação ambiental e educação, dentre outros. Estamos muito felizes em fazer parte dessa transformação que atenderá a população, proporcionando mais qualidade de vida e bem-estar”, afirmou.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, diz que a Sanepar foi pioneira e inovou ao fazer parceria-público privada a fim de universalizar o saneamento no estado. “A Sanepar já universalizou o acesso à água tratada, atendendo 100% da população nos 344 municípios em que atua no Paraná. E, com esta parceria, certamente vai fazer do Estado, o primeiro a universalizar o acesso ao esgotamento sanitário,” ressalta.

Etapas da expansão em Itaguajé

Para chegar nos 90% de cobertura, as obras, com previsão de início entre 2029 e 2030, vão incluir aproximadamente 34 quilômetros de nova rede coletora, além de outros componentes essenciais para o funcionamento do sistema, como:

  • Quase 6 quilômetros de linha de coletores tronco/interceptor, que recebem o esgoto de redes menores e o direcionam para os interceptores, até chegar à estação de tratamento;
  • Criação de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), em 2030, com a vazão de 10 litros por segundo.

Além da infraestrutura, a Ambiental Paraná promoverá junto à comunidade ações sociais e programas de educação ambiental no município, tais como:

  • De Olho no Óleo: ensina a transformar óleo de cozinha usado em sabão, oferecendo oportunidade de renda extra; e
  • Curso de Preparação de Encanadores: capacita moradores para realizar interligações de ramais prediais e atuar em pequenos negócios da área.

Também serão realizadas ações ambientais, como o Porta a Porta, com visitas domiciliares para sensibilização dos moradores sobre a importância em realizar a conexão à rede coletora de esgoto. Outro destaque é o curso para formação de agentes socioambientais, com foco em capacitar facilitadores comunitários como multiplicadores de informações sobre saúde, meio ambiente e desenvolvimento sustentável.

Essas iniciativas têm o objetivo de informar a comunidade sobre as oportunidades de crescimento que o saneamento básico proporciona à região, com impactos na qualidade de vida, a partir da redução dos gastos com saúde e a melhora no rendimento escolar, além da valorização imobiliária e da expansão econômica.  

Sobre Ambiental Paraná

A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.  

Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo. 

Aprenda a fazer velas de Natal com óleo de cozinha usado

Postado por [email protected] em 17/nov/2025 - Sem Comentários

Saiba como transformar o óleo de fritura em enfeites e garantir uma renda extra

O que antes era descartado pode se transformar em item de decoração — e até em renda extra neste fim de ano. Aprenda a reaproveitar o óleo de cozinha usado para produzir velas natalinas, uma alternativa sustentável, ecológica e lucrativa. Além de criar um novo produto, você ainda contribui para o descarte correto do óleo, evitando a contaminação do meio ambiente.

Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), a cada quatro litros de óleo consumidos, um é descartado de forma incorreta, o que representa mais de 700 milhões de litros por ano lançados no meio ambiente. O descarte inadequado causa diversos problemas, como poluição do solo, contaminação da água e entupimento das redes de esgoto devido à solidificação da gordura.

Em Curitiba, alunos do Instituto de Educação do Paraná Erasmo Pilotto participaram recentemente de uma oficina promovida pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão de esgoto em 52 cidades do estado em Parceria Público-Privada com a Sanepar, para aprender a fazer velas ecológicas.

O projeto de educação ambiental De Olho no Óleo começou em 16 de outubro, quando um ponto de coleta de óleo usado foi instalado na escola. Durante o período, os alunos levaram o material de casa, e parte dele foi reutilizada na oficina. A ação tem como objetivo conscientizar sobre o descarte correto de resíduos contaminantes, mostrando que é possível transformar o que seria lixo em produtos úteis e rentáveis.

De acordo com o responsável pela área socioambiental da Ambiental Paraná, Cleverson França, as velas artesanais se tornam uma alternativa sustentável e cheia de significado para a chegada do fim do ano. “A oficina tem como objetivo estimular práticas ambientais conscientes, mostrando que pequenas atitudes no dia a dia podem gerar grandes impactos positivos. Além de evitar a poluição da água e dos rios, o reaproveitamento do óleo contribui para reduzir o volume de resíduos e desperta a criatividade dos participantes”, afirma.

Como fazer sua vela natalina em casa

Ingredientes

•            250 ml de óleo de cozinha usado e filtrado.

•            500 ml (aprox. 450 g) de parafina granulada

•            Pedaços de giz de cera (para dar cor à vela).

•            Essência aromática para vela (opcional, para perfumar).

•            Pavio para vela.

•            Recipientes reutilizados (como copos e potes de vidro ou latinhas).

•            Fitas e outros materiais para enfeitar.

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Modo de preparo

1.          Filtre o óleo usado, utilizando um coador de pano ou filtro de café para retirar os resíduos.

2.          Misture o óleo coado e a parafina granulada, levando em fogo baixo até que esteja totalmente derretida. Caso utilize o micro-ondas, aqueça de um em um minuto e, a cada intervalo, retire, mexa e aqueça novamente até derreter.

3.          Retire do fogo ou do micro-ondas e adicione pequenos pedaços de giz de cera para colorir a vela. Eles derretem junto com a mistura e proporcionam diferentes tonalidades, conforme a cor escolhida. Se desejar, acrescente essência aromática para perfumar a vela.

4.          Fixe o pavio no centro do recipiente (um prendedor de roupa pode ajudar a mantê-lo firme).

5.          Despeje a mistura líquida com cuidado no recipiente e deixe esfriar completamente até endurecer.

6.          Corte o pavio e decore o pote com fitas e enfeites natalinos para dar o toque final.

Sobre Ambiental Paraná  

A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.  

Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo. 

Ambiental Paraná apresenta case de PPP de saneamento para o RS

Postado por [email protected] em 31/out/2025 - Sem Comentários

Priscila Marchini, Diretora-presidente da Ambiental Paraná, mostrou os benefícios e as inovações que serão realizadas em 52 municípios paranaenses, em parceria com a Sanepar, para atender ao marco legal do saneamento.

O case da Ambiental Paraná, empresa que opera em Parceria Público-Privada (PPP) de saneamento do estado, foi apresentado nesta quinta-feira (30) durante o 3º Summit de PPPs e Concessões RBB, em Porto Alegre (RS). A empresa é responsável pela gestão de saneamento básico em 52 cidades paranaenses e tem a meta de alcançar 90% de cobertura até 2033, beneficiando cerca de 800 mil pessoas.

Isadora Formenton Vargas, Advogada de Direito Público e Regulatório da Rossi, Maffini, Milman Advogados; Willian Reinaldo, Sócio-diretor de Expansão Governamental da Russel Bedford Brasil; Marcia Fonseca, Superintendente Jurídica do BRDE e Priscila Marchini, Diretora-presidente da Ambiental Paraná.

 

A diretora-presidente da Ambiental Paraná, Priscila Marchini, participou do painel “Benefícios e Incentivos para Contratos de Concessão”, onde abordou as diferenças entre concessão e PPP, os desafios da gestão e as formas de resolução de conflitos contratuais. Ela também apresentou a experiência da Aegea Saneamento, empresa referência em saneamento privado no Brasil, que atende mais de 39 milhões de pessoas em quase 900 municípios brasileiros e possui 23 mil colaboradores.

“É importante levar o case de sucesso que estamos construindo no Paraná, em parceria com a Sanepar, onde estamos ampliando o acesso à rede de esgoto e modernizando a forma de gerir esse sistema. O evento também é uma oportunidade para trocar experiências, criar conexões e trazer novas ideias para aplicar em nosso estado”, afirma Priscila Marchini.